Esta semana um pária publicou uma foto de Natal como sendo
Salvador. Não era! Era na Espanha. Efetivamente a rua tem grande aparência
com Rua Chile, dai a tentativa do
engodo. Mas meu amigo não era preciso tanto. Salvador tem também uma grande iluminação
de Natal, uma das melhores do Brasil. Você perdeu seu tempo. Vou lhe mostrar:
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
segunda-feira, 9 de junho de 2014
AS BELAS DA NATAÇÃO DO SÃO SALVADOR
Chegou às nossas mãos uma foto de antigamente, do tempo do São Salvador de Itapagipe, das meninas que eu treinava para serem campeãs baianas desse esporte. Tempo inesquecível para minha pessoa e para elas. Todas as vezes que encontro uma delas, hoje senhoras casadas com filhos, há uma emoção recíproca. Foi realmente um tempo maravilhoso, num local maravilhoso. Éramos todos jovens. Ninguém pensava em nada, só em natação.
Equipe feminina do São Salvador, campeã baiana de natação
sábado, 20 de abril de 2013
O DECRÉSCIMO DO ESPORTES AMADORES NA BAHIA
Na
edição desse domingo do jornal A Tarde, a excepcional jogadora de vôlei do
Brasil, Fofão, indagada sobre se conhecia algo do esporte baiano, afirmou que
nunca viu a Bahia participar de qualquer competição nacional de esportes
amadores, ela que já tem 43 anos de idade.
Fofão
Fofão quase acertou,
e este “quase” tem até destaque mundial: referimo-nos a Ana Marcela, vencedora
do Circuito da Copa do Mundo de Mar Aberto. É muita coisa!
Ana Marcela
De resto, praticamente os esportes amadores na
Bahia praticamente desapareceram ou tiveram sua prática diminuída não somente
no cenário brasileiro, como igualmente no próprio Estado. São os casos do
vôlei, basquete, futebol de salão, tênis, tênis de mesa, hóquei sobre patins,
remo, natação de piscina e mais um ou outro.
Inicialmente, salientamos que em todo o mundo, os
atletas da maioria das atividades esportivas se originam dos clubes e das
universidades e excepcionalmente das instituições militares, em se tratando de
determinados países europeus e asiáticos.
Nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e França
a formação de atletas é feita nas universidades que atraem com bolsas de
estudos os jovens mais aptos para o esporte. Em conseqüência, essas
universidades detêm os melhores técnicos e possuem as melhores instalações
esportivas, afora o provimento científico feito por profissionais de diversas
áreas.
No Brasil, a fonte originária dos atletas da
maioria das modalidades esportivas são os clubes esportivos. Diferentemente dos
países acima citados e muitos outros, o jovem brasileiro quando alcança a
universidade, deixa a prática esportiva.
Houve um tempo em que havia os Campeonatos
Brasileiros Universitários e muitos de nossos jovens se mantinham em alguma
forma técnica, mais com vistas às viagens do que propriamente a um objetivo
técnico. Saliente-se, inclusive que, as universidades não tinham instalações
esportivas e muito menos técnicos.
E o que aconteceu na Bahia, especificamente? Ai
pelos idos dos anos 60/70, a maioria dos clubes baianos que sustentavam o
esporte amador, sofreu uma débâcle financeira causada pela mudança estrutural
de nosso Carnaval. Parece incrível essa afirmação, mas é a pura realidade e
vamos mostrar como isto aconteceu.
Até esses anos -60/70 – os grandes clubes de
Salvador, exceção do Yacth Clube, tais como Associação Atlética da Bahia, Clube
Baiano de Tênis, Clube Português da Bahia, Fantoches da Euterpe e Associação
Atlética Banco do Brasil, viviam praticamente dos grandes carnavais nos seus
salões. O quadro social pagava suas mensalidades em dia, ou liquidava a fatura
de uma só vez, com vistas ao Carnaval. Os dias da festa não eram a fonte de
renda principal, apesar da venda de bebida e comida em grande quantidade. O
que, verdadeiramente, sustentava esses clubes era a manutenção de uma renda
proporcionada pelas mensalidades. (Não é isso grande Waldir do Baiano de Tênis
– tem muita história para contar: uma delas envolve a pessoa de Baby Pignatari,
milionário, passando o Carnaval na Bahia. Na segunda feira gorda do Baiano o
homem resolve ir ao Carnaval do grande clube. Não era sócio. Foi barrado na
porta por Waldir. Inconformado, perguntou a Waldir quanto custava o clube. Ele
o compraria. A resposta veio de supetão: o Clube não está à
venda.) Naquele tempo podia se falar assim.
Publicação de um jornal local
Baby
Clube Baiano de Tênis
Pois bem! Eram esses clubes que sustentavam os
esportes amadores. O autor desse blog era atleta de tênis de mesa e Futebol de
Salão da Associação Atlética da Bahia. O clube também tinha destaque no
basquete, no vôlei, na natação e no tênis de campo. (Fala Enéas da Costa
Torreão- campeão baiano muitas vezes dessa modalidade). O Baiano de Tênis tinha
grandes equipes de basquete e vôlei, masculino e feminino, afora o tênis com
Carlos e Jorge Abreu no auge. No Clube Português da Bahia, praticava-se Hóquei
sobre patins com Fernando Jardim à frente, além de manter uma equipe de
natação. Na Associação Atlética Banco do Brasil a natação corria solta com
Carlos Cordeiro na direção técnica. Até o Fantoches que muita gente pensa que
só era de Carnaval, tinha uma grande equipe de tênis de mesa com Raimundo
Cardoso, Silvio e Zé Marques. Era o esporte que cabia em seus salões.
Fantoches da Euterpe
O caso do remo é emblemático. Não se pode dizer
que os clubes que prestigiavam essa modalidade dependiam do Carnaval. Alguns
deles tinham suas festas (São Salvador e Itapagipe), mas não se pode comparar
com as realizadas pelos co-irmãos da Cidade Alta (Fantoches) e da Barra
(AAB-CBT-AABB).
Em dias de regata, o Porto dos Tainheiros se
enchia de gente. O trânsito era interrompido no local. Vapores da Baiana eram
contratados pelos clubes e faziam um Carnaval em suas dependências. Ficavam
apoitados mais para o lado do Lobato, afim de não prejudicar os páreos. Quando
os yoles e os auto riggers despontavam em frente ao hidroporto, os navios
apitavam freneticamente. As orquestras cresciam o tom. Os rapazes corriam para
a balaustrada do navio. As meninas aproveitavam para ir ao sanitário. Em terra
o povo gritava. Os apostadores corriam em terra acompanhando o desenrolar do
páreo. Em muitos deles a decisão era por bico. Ficavam aguardando o
levantamento das bandeirinhas dos juízes de chegada posicionados num elevado em
meio ao mar. De cima para baixo era a classificação. Foi o tempo de Jarrinha,
Maranhão, Manoel Gantois, Mário Brito, Jorge Rádel, a dupla da fome (Jorge e
Piston), dos Conzenzas, dos Maias, de Feijão, de Parada e tantos outros.
E de uma hora para outra, o remo deixou de ter
público. Os clubes se enfraqueceram. O Itapagipe acabou. O Santa Cruz não teve
continuidade de direção. O São Salvador esteve prestes a desaparecer. Alguns
abnegados o sustentaram. Ainda existe a sua garagem nos Tainheiros. Só o
Vitoria, graças ao futebol, se mantem equilibrado, mas sem o fervor de
antigamente, ao tempo de Aldo Mendonça e Dr. Gazinho.
Sedes de remo do Vitória e São Salvador
Belíssimo - Capa de programa do São Salvador
Do Vitória
Escudos dos clube de remo de Salvador
E o que dizer da grande equipe de basquete do
Itapagipe dos Irmãos Moura Costa: Gilberto, Newton,Vavá e o primo Lagartixa.
Indio completava o quinteto. O técnico era o próprio pai. Enfrentou por igual
grandes equipes do sul do país.
Newton depois foi radialisa e Deputado Estadual.
Hoje temos uma rua de Salvador com seu nome.
A verdade é que àquela época tivemos grandes
dirigentes de nosso esporte amador, como Casdonski, João Alfredo, Carlos Maia,
Jorge Radel, Fauzi Abdala.
Desse quilate hoje, só Sergio Sampaio. Quando se
viu sem piscina, partiu para o mar e realiza o maior calendário de natação em
mar aberto do Brssil, quiçá da América do Sul. Tem o mar a sua disposição para
o circuito que realiza. Nintuém vai tirá-lo como lhe tiraram a piscina da Fonte
Nova. Há 40 ou 50 anos atrás, já tínhamos percebido isto. Fomos os pioneiros da
natação em mar aberto na Bahia, bem anterior à Travessia Mar Grande Salvador,
realização da Fenando Protásio. Meu amigo Genésio Ramos, excepcional e
inesquecível figura, deu seqüência.
Grande Genésio Ramos
Sérgio Sampaio - Presidente da FBDA
De relação ao iatismo, esse se sustenta graças ao
Yacht Clube da Bahia. Excelência de clube. Um exemplo para todo o Brasil.
Yacht Clube da Bahia
quinta-feira, 18 de abril de 2013
UMA FOTO DE 1950- COMO SURGIU A PISCINA JURACY MAGALHÃES
Em 29 de agosto de 2010, tivemos a oportunidade de publicar
uma postagem sobre a ex-piscina da Fonte Nova , então denominada Piscina Juracy
Magalhães. Vamos ver o que foi escrito:
Vale lembrar como surgiu a idéia da
construção da piscina da Fonte Nova. Uma equipe de natação da Bahia voltava de
um Campeonato Brasileiro realizado em São Paulo. No mesmo avião, viajava o
Secretário de Obras e Energia do Governo Juracy Magalhães, Tarcisio Vieira de
Mello. O político foi notado e as meninas da seleção, entre elas, Sônia Maria
de Jesus, que mais tarde veio a se tornar campeã sul-americana, dirigiu-se ao
ministro e pediu-lhe que construísse uma piscina olímpica em Salvador. O
secretário do ministro anotou o pedido. Vou fazer toda a força, teria dito o
grande político, infelizmente falecido poucos anos depois no Rio de Janeiro,
num atropelamento.
Cumpriu sua palavra. Semanas depois daquele
contato, o autor desse blog recebeu uma ligação de Raimundo Matta Gantois
requerendo sugestões de como deveria ser construída uma piscina que seria feita
na Fonte Nova, ao lado do estádio. Raimundo era o engenheiro responsável pelo
Departamento de Construções da Secretaria de Obras e Energia
Reunimos todo o material do que havia de
mais moderno no mundo e levamos até presença de nosso primo carnal. Uma piscina
de 50 metros, uma só profundidade, arquibancadas, banheiros, enfim, uma piscina
olímpica para a Bahia. E em 1952 ela foi inaugurada, com instalações incompletas
em verdade, mas uma "grande" piscina.
Dentro de um avião em 1950
Nela, estamos vendo perfeitamente
as pessoas de Nelson Nogueira da Fonsêca, o Jacaré, em pé e Adilson Braga,
sentado.
Adilson foi um grande nadador de
peito, principalmente nos 100 metros.
Nelson foi aquele nadador que
venceu uma Travessia Mar Grande-Salvador legitimamente e foi desclassificado,
bem como todos os demais participantes dessa prova em 1960. Um dos maiores
erros de arbitragem que se tem conhecimento.
É sempre bom lembrá-lo como fez a
Federação Baiana de Desportos Aquáticos durante a reunião geral da 49ª Travessia
Mar Grande Salvador.
Na ocasião, tiveram o cuidado de
mostrar um painel com o percurso do nadador. Enquanto todos os demais nadadores
caíram fora da Barra, Nelson conseguiu passar antes do boião que sinaliza o
local e conseguiu chegar na praia seguinte a do Porto, anterior ao Farol da
Barra. Daí nadou até a Ponta do Forte Santa Maria; venceu a correnteza ali
existente e se dirigiu “vitorioso” até o funil de chegada.
Enquanto isto o árbitro da prova
desclassificava os nadadores que caíram após o boião, dando a prova como
suspensa. Ele veio de fora para a terrra. Não teve o cuidado de verificar que um nadador havia superado essa
dificuldade e vencia legitimamente a prova.
Mas não se protestou contra essa
arbitrariedade? E como. Em meio à discussão um diretor do jornal patrocinador ameaçou
acabar com a Federação: “vou acabar com essa Federação”. Claro que ele não
podia fazê-lo. Teria que acabar com a própria prova. Sem dúvida que a prova
existia por que tinha a aprovação oficial da Federação. Mas deixemos para lá. Não
temos provas. Quase todas as pessoas já morreram, até Nelson, o grande “jacaré”.
Hoje, com mais recursos técnicos, apresentamos o
percurso do nadador com pespectiva a partir do mar. A linha branca é o percurso
vencedor. O losangulo em vermelho seria o barco acompanhante do nadador. Em
seguida, o boião da Barra ((triângulo branco) e à direita os barcos dos
outros nadadores que sairam dos limites oficiais da prova.
Rota de Nelson Jacaré
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
MARATONA AQUÁTICA DE LONDRES E AS NOSSAS TRAVESSIAS
Desde quando fazíamos natação em mar aberto em Itapagipe, e
isto já faz um longo tempo, preocupávamos
com a visibilidade da prova, isto é, queríamos que o público visse de
perto os seus nadadores preferidos.
Por essa razão, a maioria de nossas provas era realizada no
contorno da península de Itapagipe. Às vezes só ida, outras ida e volta. Os
nadadores saiam da Ponte da Crush em direção à Penha; contornavam o Araújo
Pinho (estaleiro) na ponta da Penha e se dirigiam ao ponto de chegada,
geralmente no Hidroporto da Ribeira. O
público acompanhava o desenrolar da prova caminhando pelo cais que contorna
todo esse espaço.
Quando não era desse jeito, fazíamos a partida no Hidroporto
e a chegada nas imediações da chama Ponte da Crush, em frente à casa do senhor
Chico, que patrocinava as medalhas. Senhor Chico era pai de Caetano, Dentinho
de Ouro e Zé Tampinha. Nenhum dos três nadava. Achamos que era por isto que ele
fornecia as medalhas.
Posteriormente, quando se instituiu a Travessia Mar Grande
Salvador, o patrocinador da prova (Jornal A Tarde), achou que a Volta da
Península apresentava um inconveniente para a realização de uma eliminatória
que se fazia (só classificavam os 20 primeiros colocados); poderia haver uma
falcatrua por parte de algum nadador (uma corrida pela praia, por exemplo) .
Ai se resolveu fazer a prova saindo em frente a Periperi e
chegada no boião da Penha. Foi quando começou o acompanhamento de cada nadador
com barco e guia. Eram usados os mais diversos tipos de embarcações, a maioria,
contudo, era de catraias. Tinham muitas em Itapagipe.
Mas também tinha caiaque, não os de hoje feitos de fibra de
vidro, mas aqueles com uma estrutura de madeira e cobertura de lona pintada.
Poder-se-á pensar que a coisa era muito rudimentar. Não era!
Como grande parte dos nadadores pertenciam a clubes de remo, São Salvador,
Vitória e Itapagipe, os nadadores desses clubes eram acompanhados por schiff,
yoles e out-riggers , o que dava um charme à prova. Os remadores sempre
ostentavam as camisas de seus clubes.
Mas com todo esse cuidado, enquanto nas provas em torno da península
nunca houve uma irregularidade porque a fiscalização era acompanhada do cais
pelos juízes de percurso, palmo à palmo, numa das eliminatórias Periperi-Penha,
determinado nadador especialista em nado de peito (sabidamente o nado mais
lento), conseguiu burlar a vigilância e logo após a largada, se dirigiu para a
terra como se estivesse abandonando a prova; pegou um trem em Itacaranha e
saltou em Plataforma, Daí voltou a cair nágua e se dirigiu fagueiro até o funil
de chegada no boião em frente à Penha. Os juízes estranharam a rapidez daquela
falsa vitória. Os demais nadadores ainda vinham a mais de 500 metros de
distância. Pressionado, o nadador confessou, dizendo ter preparado uma “brincadeira”.
Efetivamente, ele sempre foi um gozador. Aquela foi mais uma dele (preservamos
seu nome) .
O assunto vem muito a propósito, quando acabamos de assistir às
provas da Maratona Aquática de Londres pela televisão. Foi realizada no Lago
Serpentine em Hyde Park – centro de Londres.
Queremos destacar a proximidade do público com a prova (poucos
metros), diferentemente da maioria das provas de mar aberto, inclusive no
Brasil e especialmente na Bahia que mantêm a liderança desses eventos no País.
(Aí Sérgio Sampaio).
Quem estava no Hyde Park pôde assistir a evolução de cada
nadador e deve ter sido muito emocionante. Faltou uma coisa: uma melhor
identificação de cada atleta pela touca. Deveria cada nadador, ostentar em bom
tamanho, a bandeira de seu país nesta touca. A parte do corpo sempre à vista. A simples numeração de braços e
costas não é suficiente.
domingo, 5 de agosto de 2012
AMABILIDADE DUVIDOSA NAS OLIMPIADAS
Todos estão acompanhando os Jogos Olímpicos de Londres pela televisão, afora aqueles que puderam viajar para Londres e ter o privilégio de assisti-los ao vivo. Deve ser sensacional conviver o clima olímpico. Lembramo-nos de Lulu Tarquinio, grande esportista e jornalista. Foi a muitas dela e em sua coluna no jornal A Tarde nos passava essa sensação. Hoje, deve estar assistindo pela TV com saudade e emoção. Um forte abraço a este amigo dos bons tempos. Há, contudo, uma ressalva que precisa ser feita de relação à obediência às regras de cada esporte. Foram criadas para ser respeitadas. Caso contrário seria o caos. No dia de ontem ao inicio da prova dos 1500 metros nado livre para homens, o campeão Olímpico e recordista mundial, Sun Yong, “queimou a saída” sem que tenha havido qualquer erro do juiz de partida. Simplesmente, escapou antes do sinal sonoro de partida. Deveria ter sido desclassificado, mas a o Árbitro Geral da prova consentiu que ele retornasse ao bloco de partida e fizesse a prova normalmente, batendo o recorde mundial de forma impressionante.“Gesto simpático” considerou a imprensa de um modo geral, sob aplausos do público presente, mas a pergunta que se faz numa situação desta: fosse outro qualquer nadador, por exemplo, um dos nadadores das raias 1 e 8 (os de pior tempo nas eliminatórias) teria o Árbitro o mesma “amabilidade”? Que respondam os leitores.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
FALECE FERNANDO CHAGAS (BC)
Nesta manhã, fomos surpreendidos pela noticia da morte do Professor de Educação Física, Fernando Chagas, o BC , um dos primeiros professores formados nessa matéria na Bahia.Lembramo-nos de outros – Brasil – Pinto – Ferraro, todos de nossa época de estudante do Central, mas BC se destacava pela simpatia, pela educação, pela alegria.
Um cara excepcional. Seu filho, também BC, advogado e comerciante, lembra o pai em muitas coisas.
Muito embora BC não tenha se envolvido com natação, desde que dedicado mais ao vôlei e ao basquete, este blog tem o dever de registrar o fato, desde que foi o esporte de um modo geral, que perdeu um dos seus maiores nomes.
Foi-se o meu amigo BC, mas ficou o seu exemplo de um homem brilhante.
Um cara excepcional. Seu filho, também BC, advogado e comerciante, lembra o pai em muitas coisas.
Muito embora BC não tenha se envolvido com natação, desde que dedicado mais ao vôlei e ao basquete, este blog tem o dever de registrar o fato, desde que foi o esporte de um modo geral, que perdeu um dos seus maiores nomes.
Foi-se o meu amigo BC, mas ficou o seu exemplo de um homem brilhante.
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